Indigência jornalística

Quando trabalhei na Veja, entre 1976 e 1984, os critérios para uma entrevista nas páginas amarelas eram a importância do entrevistado e a relevância do assunto. E os entrevistadores eram jornalistas de verdade e de qualidade.

Hoje, o que importa é a posição ideológica do entrevistado, seja lá quem for. E as entrevistas são feitas por propagandistas, ainda que alguns com registro de jornalista.

Daí, até o senador Ricardo Ferraço é personagem nas páginas amarelas, para falar do que não sabe e nunca entendeu.

Veja seria mais explícita se as páginas fossem marrons.

 

1 comentário

  1. R JUNIOR
    2 de julho de 2014 at 21:36 · Responder

    Veja nao é marrom, mas seria vermelha (SE OS VERMELHOS VERGONHAM TIVESSEM) se colocasse em suas paginas amarelas PicareTas como entrevistados e falsos entrevistadores sustentados com verbas publicas da publicidade oficial e/ou de estatais.

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