Haja férias

Não há a mínima justificativa nem qualquer razão para o governador abandonar seu trabalho para assistir a uma prova de Fórmula Indy em Indianápolis, nos Estados Unidos. Muito menos em companhia do presidente da Terracap.

Não há também a mínima justificativa nem qualquer razão para se gastar dinheiro público com essa viagem. Aliás, quanto se gastou?

A explicação, talvez, seja a falta de vontade de governar de verdade. E aproveitar as mordomias antes que acabem.

 

Poderia estar pior

Não podemos aceitar no Distrito Federal a continuidade de governantes que, mancomunados com interesses imobiliários, desconhecem que Brasília é patrimônio cultural da humanidade e procuram viabilizar empreendimentos altamente nocivos para a qualidade de vida dos brasilienses. Não fosse a resistência de pessoas e organizações que realmente defendem a cidade e os brasilienses, a situação de Brasília estaria bem pior.

Está claro, principalmente a partir de junho de 2013, que os brasileiros e os brasilienses querem mudanças na maneira de fazer política e no jeito de governar. Querem o fim da corrupção e aspiram por governos competentes e eficientes, preocupados com a vida das pessoas, e não com os ganhos dos empresários – que, por sua vez, retribuem aos políticos os favores que lhe são prestados.

Para dar aos brasilienses uma alternativa de governo diferente e impedir a volta dos que mergulharam o Distrito Federal na corrupção e no caos e a continuidade de um governador que ignorou o novo caminho por ele mesmo proposto em 2010, é que Rodrigo Rollemberg será candidato ao governo e Reguffe ao Senado.

Os brasilienses de bem desejam um governo e representantes que dignifiquem a cidade e restaurem nosso orgulho e nossa autoestima.

Decisão da Justiça se discute, sim

Um bêbado dirigindo em alta velocidade e com péssimos antecedentes matou uma mulher e sua filha. Um juiz decide que por R$ 30 mil de fiança ele pode responder ao processo em liberdade.

Um doleiro especializado em lavar dinheiro e um ex-diretor da Petrobras sobre os quais pesam graves suspeitas de corrupção estão sendo investigados pela Polícia Federal, mas um ministro do Supremo Tribunal Federal recorre a um falso argumento jurídico para libertá-los – e assim atrapalhar a investigação.

Um juiz resolve, extrapolando suas atribuições, que umbanda não é religião.

Não são só alguns políticos que merecem a reprovação da sociedade. Alguns juízes são tão ou mais nocivos quanto eles.

Mudança de eixo

A candidatura de Rodrigo Rollemberg ao governo, com o apoio de Reguffe, candidato ao Senado, tem um profundo significado para Brasília: o comando do governo do Distrito Federal por alguém que coloca os interesses da população acima dos negócios de setores do empresariado local que não têm compromissos com a cidade e buscam lucros a qualquer custo. 

Não podemos aceitar no Distrito Federal a continuidade de governantes que, mancomunados com interesses imobiliários, desconhecem que Brasília é patrimônio cultural da humanidade e procuram viabilizar empreendimentos altamente nocivos para a qualidade de vida dos brasilienses. São inúmeros os exemplos, bem e mal-sucedidos, de políticas e medidas que ignoram o tombamento do Plano Piloto e a qualidade de vida dos brasilienses para beneficiar negócios.

As manifestações populares de junho de 2013 mostraram que os brasileiros e os brasilienses querem mudanças na maneira de fazer política e no jeito de governar. Querem o fim da corrupção e aspiram por governos competentes e eficientes, preocupados com a vida das pessoas, e não com os ganhos dos empresários.

Para dar aos brasilienses uma alternativa de governo diferente e impedir a volta dos que mergulharam o Distrito Federal na corrupção e no caos e a continuidade de um governador que ignorou o novo caminho proposto em 2010 é que Rodrigo Rollemberg é candidato ao governo e Reguffe ao Senado.

Os brasilienses de bem desejam um governo e representantes que dignifiquem a cidade e restaurem nosso orgulho e autoestima.

 

 

 

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